Escrever do que é profundo, escrever do que é banal.
È assim que utilizo dessa ferramenta tão simples e tão complexa.
Sempre escrevi/ escrevo/ escreverei.
Como tudo na vida o escrever tem suas fases.
Já passei por fases gastronômicas, científicas, de poesia, angústias, tédio, raiva e tantas outras.
Vasculhando poemas que escrevi na minha adolescência um me chamou a atenção e me fez lembrar da adolescente esquisita que antes de se apaixonar pelo “corpitio” que estava dentro da roupa, ficava caidinha pelo “modelito” do rapaz.
“Amo sua blusa, o jeito que usa sua blusa na blusa da blusa.”
Era estranho. Conseguia guardar na memória todos os modelitos adotados pelo moçoilo, mas dificilmente me lembrava do que fez, falou, se olhou, se correspondeu.
Ops! Lapso de pensamentos um curto, curto!
O que quero dizer “vias de fato” é que escrever é mágico, intrigante, simples, arrojado e muito mais, que seria infinito o escrever!
Escrevo, estou escrevendo não sei quem vai ler.
Antigamente a gente escrevia.
Agora a gente faz postagem.
Antigamente a gente lia.
Agora continua a ler.
Novos recursos para as antigas maneiras.
Escrevo mesmo que for besteiras.
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